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Uma primeira análise do ambiente técnico dos ccTLDs na África

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Aproveitando vários conjuntos de dados, avaliamos a situação atual do ambiente técnico dos ccTLDs africanos em relação às melhores práticas. Em comparação com os 10 principais ccTLDs, os ccTLDs africanos parecem ter IPs suficientes para manter a disponibilidade do serviço enquanto lidam com consultas autorizadas de DNS. Com relação ao estágio inicial de IPv6 implantação na região AFRINIC, é interessante notar que 94% dos ccTLDs africanos apóiam IPv6. Isso se deve à grande adoção de provedores anycast de DNS fora da região ou offshore.

A maioria (84%) do tráfego anycast africano é administrado por fundações e / ou organizações sem fins lucrativos que usam recursos de outros RIRs como RIPE-NCC e ARIN. Além disso, menos de 30% (16) dos ccTLDs africanos assinaram sua zona. Desse grupo, a maioria está usando o algoritmo recomendado RSASHA256 (Algoritmo 8), conforme sugerido pelo BCP 14.

Estranhamente, alguns ccTLDs africanos carecem de configuração básica de DNS, como registros PTR ausentes, delegação lame, conformidade com EDNS e números de série consistentes. Esses erros de configuração podem ser facilmente corrigidos com monitoramento consistente ou com o uso de um software de registro automatizado moderno que vem com verificações internas. Em geral, os ccTLDs africanos são caracterizados pelo uso de recursos de fora da região.

 


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